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O que é infecção urinária?


A Infecção do Trato Urinário, chamada popularmente de Infecção Urinária, pode ocorrer em diferentes partes do canal urinário. Esse quadro infeccioso ocorre quando uma bactéria entra no canal através da uretra e se multiplica na bexiga.

Quando isso acontece, o trato urinário deve expelir essas bactérias do organismo, porém, algumas vezes esse processo falha, permitindo que a bactéria se desenvolva e que dê início a uma Infecção Urinária. Em aproximadamente 85% dos casos, o problema é provocado pela bactéria intestinal Escherichia Coli. Nesta seção, você encontra todas as informações sobre tratamento para infecção urinária em SP.

Existem quatro diferentes tipos de Infecção Urinária, que variam de acordo com o local onde a infecção se desenvolve:

- Infecção nos ureteres;

- Infecção na bexiga: Cistite;

- Infecção na uretra: Uretrite;

- Infecção nos rins: Pielonefrite.

Os sintomas da Infecção Urinária podem variar de acordo com o seu tipo, porém, quando a doença ainda está em estágio inicial (atingindo apenas a bexiga) os sintomas mais comuns são:

- Dor no reto;

- Urina escura;

- Urina com sangue;

- Ardência ao urinar;

- Urina com forte odor;

- Dor na região pélvica;

- Constante necessidade de urinar.

Já nos casos de Uretrite e Pielonefrite (infecção na uretra e nos rins), os sintomas se agravam e podem variar entre febre, vômitos, dores nas costas e comprometimento do ânimo do paciente.

Dados alarmantes revelam que cerca de 80% das mulheres brasileiras terão infecção urinária em algum período da vida. Isso acontece porque o principal reservatório de bactérias do organismo é o intestino. “Como o ânus é muito próximo da vagina, essa região pode acabar colonizada com bactérias que acabam no sistema urinário. A distância entre o ânus e a vagina é muito menor que o ânus e o canal da uretra no pênis. E esse é o principal fator que diminui os riscos de infecção urinária nos homens”, explicou o urologista Conrado Alvarenga, em entrevista ao site Terra.

Além disso, dados de uma pesquisa feita pela Organização Mundial de Saúde (OMS) revelaram que cerca de 70% das crises poderiam ser evitadas ou resolvidas com a ingestão de água em abundância (cerca de 3 litros por dia).

Buscar ajuda médica assim que notar algum sintoma é primordial para o bom tratamento do paciente. Só assim o médico poderá solicitar os exames necessários para a confirmação da doença, onde ela está localizada e qual será o tratamento, que geralmente é realizado a base de antibióticos e, em alguns casos, analgésicos.

Quando não tratada, a infecção evolui, podendo se transformar em uma pielonefrite, levar a formação de abscessos no rim e até a um quadro de infecção generalizado, chamado de sepse.

Além disso, vale lembrar que algumas ações são capazes de evitar o desenvolvimento da Infecção Urinária:

- Beber muita água;

- Urinar após a relação sexual;

- Não segurar urina por muito tempo;

- Manter a imunidade preservada com boa alimentação, bom sono e menos estresse;

- Ter uma boa higiene para as bactérias não entrarem em contato com a uretra e nunca ter relações sexuais anais sem preservativo.

Perguntas e respostas

1 - Ter vida sexualmente ativa facilita a infecção urinária?

Sim, especialmente as infecções vaginais.

2 - Na menopausa as mulheres têm mais infecções?

Sim. Após entrar no período da menopausa as infecções podem passar a ocorrer com maior frequência, devido a baixa quantidade de estrogênio que deixa o trato urinário mais vulnerável às bactérias.

3 - Quem usa cateter tem mais chances de desenvolver a doença?

Sim. O uso de cateter para urinar pode aumentar os riscos de infecção nos pacientes.

4 - É verdade que a infecção pode causar alucinação em idosos?

Os idosos com infecção urinária ficam mais frágeis. Caso já possuam alguma alteração cerebral, ela pode ser agravada, gerando algumas alucinações.

5 - Pode ser transmitida sexualmente?

Apesar de pouco frequente, a transmissão sexual é possível sempre que houver a bactéria em um dos parceiros.

6 - Existem pessoas com predisposição a ter infecções urinárias?

Sim, os fatores de risco são: casos na família, baixa resistência (e doenças como aids, diabetes e câncer, que também são agravantes), uso de espermicidas, múltiplos parceiros, cálculo urinário, resíduo urinário elevado e uso de sondas urinárias.

 

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